sexta-feira, 23 de setembro de 2016

Artic, lã acrílica com a qualidade DMC


Com Artic a DMC entra no mundo da lã 100% acrílica, uma lã que apesar de não ser natural, apresenta tanta qualidade que a sua textura é parecida com a lã de ovelha. Além disso a DMC teve especial cuidado para que o seu toque fosse suave.


A lã acrílica destaca-se pela grande durabilidade e pelos poucos cuidados que requer. Resistente às manchas, às traças e à luz solar, não provoca alergia na pele e é mais leve do que a lã pura.
Não necessita de ser passada a ferro já que em condições normais não enruga e é muito fácil de lavar.

Artic é, por isso, adequada para todas as utilizações, quer sejam peças de roupa, acessórios ou objetos de decorações.

Trabalha-se com agulhas de tricô nº 4-5 e apresenta-se em novelos de 100 g.  As suas 32 cores de tendência são um leque amplo e suficiente para escolher segundo o seu gosto e a aplicação. O seu PVP recomendado é de 2,60 € por novelo.

Artic está disponível nas melhores retrosarias do país e na loja DMC online.












terça-feira, 20 de setembro de 2016

9 bordadeiras que deve seguir no Instagram – 2

Voltamos com a 2ª lista de bordadeiras, que deve seguir no Instagram. Como sabe, esta rede social é muito ativa e através dela descobrimos diariamente artistas incríveis. Já lhe indicámos anteriormente 9 artistas de todo o mundo e hoje recomendamos mais 9 que adorámos:


Elizabeth Pawle (Reino Unido)


Srta. Lylo (Espanha)






Emillie Ferris (Reino Unido)


Valeria Molinari (Venezuela)




Memorial Stitches (Reino Unido)


Fröhlich (China)


Esperamos que seja interessante para si. Partilharemos mais em futuros posts, esteja atenta! A DMC também está no Instagram. Siga-nos em https://www.instagram.com/dmcportugal/

sexta-feira, 16 de setembro de 2016

Entrevista a Hillary Waters: bordado em folhas


Já vimos bordados sobre tecido, papel, madeira ou metal, mas nunca sobre plantas. Entrevistámos a Hillary Waters, uma artista inglesa que borda sobre folhas.


Quando começaste a bordar e como aprendeste?
Desde pequena que sempre gostei de fazer coisas. Lembro-me que fazia a roupa para as minhas bonecas, alfineteiras, pequenos bordados para a minha mãe... Sempre tive interesse por costura e bordado e por isso estudei Design Têxtil na universidade. Durante um semestre estudei também bordado em Manchester e aí começou o meu verdadeiro fascínio pelo bordado.


Quando começaste a bordar sobre folhas e elementos da natureza?
Sinceramente comecei a fazê-lo antes de me dar conta do que realmente estava a fazer. Comecei a bordar usando folhas, porque gosto de bordar e de todas as coisas do mundo vegetal. Sempre fui completamente apaixonada pela natureza e pelo ar livre. Como já disse, estudei bordado em Inglaterra e fiquei totalmente fascinada com as técnicas e os processos que aprendi. Quando voltei a casa trabalhei como educadora ambiental num acampamento de verão, que é um trabalho que fiz durante muitos anos. Foi aí que começou o meu amor pela natureza. Um dia à tarde tinha umas horas livres, vi uma árvore linda e comecei a pensar se seria capaz de usar as minhas habilidades e bordar umas folhas. Experimentei e funcionou! Ao princípio não ficou perfeito, mas funcionou!


Quando pensei mais profundamente no que estava a fazer, a conexão foi muito evidente. Fascina-me aplicar estas técnicas manuais antigas em algo tão frágil e totalmente natural. Trabalhar dentro dos limites do mundo natural é completamente possível e pode dar excelentes resultados, mas é necessário que haja uma consciência e um sentido de respeito e compreensão.


Que tipo de fios costumas usar?
Gosto de usar o que tenho à mão, normalmente um cabo duma meada, mas às vezes isso é demasiado grosso e necessito dum ainda mais fino. Neste momento tenho uma bonita seleção de fios tingidos à mão, uma mistura de algodão e fibras sintéticas, mas normalmente prefiro trabalhar com fio de algodão.


Como escolhes os suportes para bordar?
 Escolho objetos que sejam bonitos ou interessantes... Devem ter um significado especial ou algum motivo em particular que os tenha feito chegar às minhas mãos. Essas coisas são importantes para mim, penso que isto influencia o modo como utilizo as peças. O que faço é realçar os detalhes. É perceber os ciclos e as conexões. Trata-se de ver um objeto familiar de outra maneira. Há uma profundidade e uma importância em tudo o que está presente e também no que está ausente. Há narrativas invisíveis, que se tecem ao redor de cada peça, de cada interação. Sinto-me como um cartógrafo, desenhando e traçando um mapa imaginário, dum objeto ao outro, interagindo com cada um. 


Escolhes os pontos baseando-te no objeto em que vais bordar ou como é o teu processo de trabalho?
É diferente para cada folha ou objeto... Algumas folhas aguentam mais pontos que outras, pelo que nunca é a mesma coisa. Também há folhas que estão mais secas e isso também afeta a maneira como trabalho com elas. Primeiro observo o objeto e penso como quero interagir com ele, depois experimento e se não funciona, experimento outra coisa diferente. Quase nunca tenho um plano quando começo a trabalhar e quase sempre vou modificando e ajustando as coisas enquanto trabalho.


Tens alguma recomendação para bordar sobre materiais orgânicos?
Trata-se sobretudo de experimentar e da fina linha que há entre poder fazer o que queres numa estrutura orgânica e a destruir ou estragar.


Obrigada Hillary por nos falares sobre o teu trabalho!

   











terça-feira, 13 de setembro de 2016

Madressilva e borboletas em bordado tradicional

Sabe bem bordar nas noites quentes e longas de verão!


O bordado é uma técnica muito antiga mas ao mesmo tempo muito moderna, com imensos pontos diferentes, entre os quais se encontra o ponto de cruz. Pode bordar o desenho completo ou aplicar partes do mesmo para personalizar ou realçar uma peça.



Clique aqui para ver o desenho do bordado. Vai também encontrar a lista de cores Mouliné e os pontos de bordado a utilizar: ponto pé de flor, ponto atrás e ponto cheio.


Na loja DMC online encontra todo o material para poder bordar o chemin com que sempre sonhou!


Também pode bordar um naperon, uma mala, um painel com o desenho completo ou parte dele. Também o pode aumentar ou reduzir. Tem toda a liberdade para criar, é só seguir a sua imaginação!


Divirta-se a bordar e surpreenda-se com a sua obra de arte!

sábado, 10 de setembro de 2016

Caçador de sonhos


Todos gostamos de caçadores de sonhos, porque embora os desenhos e as lendas sejam ligeiramente diferentes, o significado e o simbolismo subjacente são universais, atravessam culturas e barreiras linguísticas.  

Este projeto é o resultado de uma parceria com o Soul Camp East, um acampamento-retiro de bem-estar para adultos. A seguir ensinamos a fazer o seu caçador de sonhos.
  


Materiais:
Fios Prism
Agulha
Bastidor
Tesoura


Passo 1



Com o fio Prism dê um nó no seu bastidor (junto ao parafuso). Comece por deixar cair o fio (que deve ficar solto) com a ajuda da agulha pela frente do bastidor. Enrole o fio por cima do bastidor e puxe por trás e por baixo para a frente do bastidor, cruzando o fio por cima dele próprio.

Passo 2


Continue a enrolar o fio à volta do bastidor. Divida os espaços uniformemente, enquanto trabalha, com cerca de 5 cm de intervalo, de maneira a que o seu fio final acabe mais ou menos onde começou. Faça um nó na laçada final.

Passo 3
Escolha outra cor e dê um nó com a nova cor no centro da próxima laçada (da primeira volta ao bastidor). Leve o fio ao centro da próxima laçada, puxando por cima do fio e depois por baixo.

Passo 4
Continue a fazer laçadas de fio nas laçadas anteriores (tente fazê-las no meio das outras) neste esquema de tecer por cima e por baixo à volta de todo o bastidor. Pode mudar de cor a cada 2 ou 3 voltas. Continue a tecer até atingir o centro da teia.

Os caçadores de sonhos tradicionais deixam um pequeno buraco no centro para filtrar os sonhos maus. Dê um nó ao fio no centro da teia e corte o excesso assim que parar de tecer.

Borlas
  





Faça algumas borlas para decorar o seu caçador de sonhos. Use uma meada de Prism para cada borla.
Encontre o meio da meada e ate 13 cm de fio à volta da meada, apertando com um nó firme.
Puxe as pontas do fio para cima e os fios da meada para baixo. Corte as pontas enroladas e forme a borla.
Corte 30 cm de fio para enrolar o topo da borla. Enrole cuidadosamente, trabalhando de baixo para cima.
Depois de enrolado, passe o fim do fio por entre as laçadas, feche e remate as pontas para dentro da cabeça da borla.
Apare a base da borla.
Use os fios soltos no topo da borla para a pendurar no seu trabalho

Reza a lenda que os nativos das tribos Chippewa acreditavam que as noites estão cheias de bons e maus sonhos. Os sonhos bons sabem o seu caminho e passam através da abertura do centro, enquanto que os sonhos maus são apanhados na teia e destruídos com os primeiros raios de sol. Use os seus belos caçadores de sonhos artesanais!

Bons sonhos!


Na loja DMC online encontra à sua disposição o fio Prism, os bastidores e todos os acessórios para realizar este projeto!

quarta-feira, 7 de setembro de 2016

Tutorial bolsinha bordada com Coloris


Hoje trazemos-lhe um tutorial para decorar uma bolsinha com vários pontos de bordado. Combinámos os fios Mouliné e Coloris, que muda de cor a cada 5 cm.


 

Coloris apresenta-se numa gama de 24 cores selecionadas em total harmonia umas com as outras. A cor muda a cada 5 cm para variar os efeitos e os descobrir ponto a ponto. A meada é de 8 metros e como sempre da máxima qualidade DMC.



Esquema dos pontos utilizados:



Ponto de cadeia aberto:


Ponto de espinha aberto


Ponto de pena fechado


Faça as barras bordadas que desejar e combine as cores a seu gosto!


A loja DMC online tem à sua disposição os fios Mouliné e Coloris para realizar este projeto.



domingo, 4 de setembro de 2016

Bolas Temari, uma tradição milenar


As bolas Temari são uma forma de arte popular, originária da China e introduzida no Japão no séc. VII. As bolas, cuidadosamente bordadas à mão, eram frequentemente feitas com os fios de kimonos velhos.


Os avós e os pais oferecem-nas às crianças no dia de ano novo. As bolas às vezes contêm desejos secretos para as crianças escritos à mão ou um guizo. As Temari são hoje em dia um presente muito apreciado, que simboliza a amizade e a lealdade e deseja boa sorte.


Os pontos podem ser feitos em qualquer direção na superfície da bola. Não estão limitados a acima ou abaixo, esquerda ou direita como os pontos numa superfície plana.
Os desenhos das Temari são normalmente geométricos e simétricos, com muitos elementos inspirados na natureza. A sua aparência é uma reminiscência dos padrões dum caleidoscópio.
  






Fotos de Nana Akua




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